Nos últimos meses, aumentou o número de brasileiros que relatam ter tido contas invadidas ou dinheiro roubado após ataques virtuais. O celular, que hoje concentra bancos, redes sociais e informações pessoais, se tornou o principal alvo de criminosos digitais.
Aplicativos como WhatsApp e Instagram estão entre os mais usados pelos golpistas para aplicar fraudes, geralmente por meio de mensagens com links falsos ou pedidos urgentes de dinheiro.
Um dos golpes mais comuns é o envio de mensagens se passando por conhecidos, solicitando transferências via Pix. Em muitos casos, a vítima só percebe o golpe depois que o dinheiro já foi enviado.
Além disso, o uso de aplicativos fora de lojas oficiais, como a Google Play Store, também aumenta o risco de invasão, já que esses programas podem conter vírus capazes de roubar senhas e acessar dados pessoais.
Outro ponto de atenção é o uso de redes Wi-Fi públicas. Hackers podem interceptar informações nessas conexões, colocando em risco dados bancários e senhas.
Especialistas recomendam algumas medidas simples e eficazes:
Evitar clicar em links desconhecidos
Ativar a verificação em duas etapas em aplicativos
Baixar aplicativos apenas de lojas oficiais
Não acessar contas bancárias em Wi-Fi público
Manter o celular sempre atualizado
Essas ações reduzem significativamente o risco de ataques.
Alguns comportamentos podem indicar que o celular foi comprometido:
Lentidão repentina
Aplicativos abrindo sozinhos
Envio de mensagens sem autorização
Consumo anormal de bateria
Nesses casos, o ideal é trocar senhas imediatamente e remover aplicativos suspeitos.
Com o aumento dos golpes digitais, a segurança no celular deixou de ser opcional e se tornou uma necessidade. A prevenção ainda é a melhor forma de evitar prejuízos e proteger suas informações.